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Em 3 de setembro de 2007, desencarnava, aos 89 anos, José Martins Peralva Sobrinho, após uma longa enfermidade. Desde a infância, vivenciou os ensinamentos da Doutrina Espírita e dedicou grande parte de sua vida ao estudo, à divulgação e ao serviço em favor do Movimento Espírita. Em sua trajetória, presidiu a União Espírita Sergipana e exerceu diversas funções na União Espírita Mineira, além de contribuir como jornalista e escritor para a divulgação do Espiritismo. Autor de obras como Estudando a Mediunidade, Estudando o Evangelho, O Pensamento de Emmanuel e Mediunidade e Evolução, deixou importante legado à literatura espírita. Sua vida foi marcada pelo trabalho, pelo estudo e pela dedicação à Doutrina Espírita, permanecendo sua contribuição como inspiração para aqueles que buscam vivenciar e divulgar os ensinamentos de Jesus à luz…
Hoje celebramos a história, a cultura e o espírito acolhedor que fazem de Blumenau uma cidade tão especial. São 176 anos de trabalho, desenvolvimento, tradição e união, construídos por pessoas que ajudaram a transformar este município em uma referência para Santa Catarina e para o Brasil. Ao celebrar Blumenau, celebramos também a cidade-sede do CEFAC, que há 92 anos faz parte dessa história, construindo sua trajetória com dedicação, estudo da Doutrina Espírita e, principalmente, com a vivência do Evangelho de Jesus. Que Blumenau continue crescendo com prosperidade, preservando suas raízes, valorizando sua diversidade e oferecendo qualidade de vida para as futuras gerações. Com gratidão por sua história e esperança em seu futuro, desejamos um feliz aniversário à nossa querida Blumenau!
Em 29 de agosto de 1831, nasceu Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, no Ceará, uma das grandes referências da história do Espiritismo no Brasil. Formado em Medicina, dedicou sua vida ao cuidado das pessoas, especialmente dos mais necessitados, sendo reconhecido como o “médico dos pobres”. Além da medicina, atuou como cientista, romancista, jornalista e político, colocando seus conhecimentos e talentos a serviço da justiça, da fraternidade e do auxílio ao próximo. Ao conhecer O Livro dos Espíritos, em 1875, encontrou na Doutrina Espírita respostas que dialogavam com seus ideais e passou a dedicar-se ainda mais à divulgação dos ensinamentos de Jesus e ao fortalecimento do Movimento Espírita. Presidente da Federação Espírita Brasileira em duas oportunidades, Bezerra de Menezes tornou-se referência de humildade, caridade e união entre os espíritas.
Maria de Carvalho Leite, conhecida como Maria Dolores (Espírito), desencarnou aos 56 anos, após contrair uma violenta pneumonia, deixando um legado de amor, solidariedade e poesia. Desde cedo, revelou talento para a escrita. Ao lado do marido, Carlos Larocca, conheceu a Doutrina Espírita na década de 1940 e passou a dedicar-se ao trabalho de auxílio ao próximo. Foi integrante da Legião da Boa Vontade e uma das colaboradoras mais dedicadas do Lar das Meninas Sem Lar, em Salvador, acolhendo também seis meninas como filhas do coração. Após seu retorno ao Plano Espiritual, sua sensibilidade poética continuou a tocar corações. Por meio da mediunidade de Francisco Cândido Xavier e Divaldo Franco, Maria Dolores transmitiu belos poemas, perpetuando sua mensagem de amor, esperança e espiritualidade.
Charles Robert Richet (26 de agosto de 1850 – 4 de dezembro de 1935) viveu na França da segunda metade do século 19 à primeira do século 20. Médico fisiologista e cientista reconhecido em sua época, Richet desenvolveu aspectos da teoria metapsíquica, enquanto professor na Faculdade de Medicina de Paris. Realizou pesquisas ao lado de Gustavo Geley, Gabriel Delanne e Ernesto Bozzano. Por 24 anos foi editor do periódico Revue Scientifique, e a partir de 1917 co-editor do Journal de Physiologie et de Pathologie Générale. Em Milão, realizou investigação científica dos fenômenos mediúnicos realizados por Eusápia Palladino, publicados em 1893 nos Annales des Sciences Psychiques. Recebeu em 1913 o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina por sua pesquisa em anafilaxia (termo criado por ele para definir um tipo de reação alérgica desenvolvida na aplicação…
Jornalista, professor, escritor e um dos grandes divulgadores do Espiritismo, Leopoldo Machado (1891–1957) dedicou sua vida à educação e à formação das novas gerações. Foi um dos idealizadores do I Congresso de Mocidades Espíritas do Brasil, em 1948, participou ativamente do movimento de unificação do Espiritismo no país e incentivou a criação das Mocidades Espíritas e da evangelização infantojuvenil. Autor de 27 livros, dos quais apenas seis não são espíritas, Leopoldo Machado percorreu diferentes gêneros literários, como poesia, teatro, conto, estudos doutrinários e biografias, deixando uma significativa contribuição para a cultura e a literatura espírita. Seu trabalho permanece como um legado de amor ao Evangelho de Jesus, inspirando crianças, adolescentes e jovens e fortalecendo o Movimento Espírita brasileiro.
Amélia Rodrigues desencarnou aos 65 anos, em Salvador, deixando um legado de amor à educação, à literatura e ao serviço ao próximo. Professora, poetisa, escritora e teatróloga, fez da formação moral e do Evangelho de Jesus a base de sua trajetória. No Plano Espiritual, deu continuidade ao seu trabalho ao lado da falange de Joanna de Ângelis, trazendo, pela psicografia de Divaldo Franco, as obras Até o Fim dos Tempos, Há Flores no Caminho, Luz do Mundo, Pelos Caminhos de Jesus, Primícias do Reino, Quando Voltar a Primavera, Trigo de Deus e O Semeador (infantil). Neste dia, recordamos sua trajetória de dedicação e luz, cuja mensagem continua a inspirar corações e iluminar caminhos.